Há dois ou três anos a rede social dominante era o Facebook, mas agora, o Instagram está a ameaçar chegar aos calcanhares do “primo” Facebook (já tem 250 milhões de utilizadores mensais activos face aos 2 mil milhões do Facebook).
Já alguma vez te perguntaste sobre o que é que deves fazer, ou não, para conseguir obter uma boa resposta por parte dos teus seguidores?
Ter uma presença online segue certas regras, tal como ir ao ginásio. Em vez de treinarmos braços hoje fazemos posts sobre a nossa marca para aumentar o número de vendas,  dois dias depois, em vez de pernas, fazemos um post mais divertido e que crie maior conexão emocional para aumentar o número de seguidores, e para continuarmos com a resistência em alta, temos que fazer este tipo de exercício constantemente para ficarmos em forma.
Tal como não vais para o ginásio de fato, também não deves ir para as redes sociais de jornal debaixo do braço.

1. Utilizar hashtags numa rede que não funciona por hashtags

A tua marca tem maior alcance no Instagram mas muito pouco no Facebook? Será porque continuas a partilhar o mesmo conteúdo de uma rede para a outra? O Facebook não é uma rede que funcione bem com hashtags, poucas são as marcas que utilizam eficazmente esse técnica, mas no Instagram, e Twitter, já vale a pena arrsicar e usar um ou dois hashtags. No entanto, não vale a pena abusar.
Vamos ver dois exemplos:
O que não deve ser feito no Facebook:


A página da Fanta Portugal tem 240 mil seguidores, e no entanto os posts têm muita pouca interacção. Duas coisas que podemos encontrar nestes dois posts, é que utilizando um copy breve e pequeno, insistiram em colocar um hashtag diferenciador para a marca, algo que se comprova ser cada vez menos eficaz no Facebook.
O que deve ser feito no Instagram:

 

No Instagram já podemos abusar dos hashtags, principalmente quando já temos uma base sólida de seguidores, pois serão os primeiros a utilizar e usufruir desse hashtag diferenciador.

2. Criar fotomontagens que não são apelativas

Muitas vezes para conseguirmos passar a mensagem que pretendemos pensamos que precisamos de recursos de alta qualidade aos quais não temos acesso e para isso recorremos à foto montagem. Como podem ver em 90% dos casos, as fotos montagens são mal feitas, e nada apelativas, levando a que exista pouca interacção por parte dos nossos seguidores.
Exemplos de fotomontagens pouco apelativas:


DICA: quando quiseres criar uma imagem sem teres muito trabalho, experimenta utilizar o Canva ou o Pablo.

3. Saber para quem é que estamos a comunicar

Muitas vezes a rede social que estamos a utilizar exige que, para além de colocarmos conteúdos originais, criados por nós, que seja também conteúdo com qualidade.
O Instagram da Coca-Cola Portugal tem mais de 5000 seguidores e tem posts com muita pouca interacção, e alguns dos vídeos, têm tantas visualizações como os do Instagram do Factory Braga que tem apenas 650 seguidores (São menos 4350 seguidores para o mesmo número de visualizações)

 

O público do Instagram é o tipo de público que interage mais rapidamente com imagens originais, bem enquadradas e curadas! Para esta rede temos sempre que nos esforçar-nos um pouco mais em criar imagens de maior qualidade.

4. Publicar conteúdos poucas vezes (por ano!)

Várias marcas têm uma página em cada rede social porque têm uma base de seguidores sólida que está muito interessada em estar em constante contacto. Mas tal como ir ao ginásio, se formos uma vez por ano, nunca nos vamos conseguir livrar da barriga de cerveja.
Muitas destas páginas, publicam coisas uma vez por ano, e depois claro, não conseguem ter bons indíces de interacção com os utilizadores. A Zara Portugal é um exemplo disto, que tem 11 mil seguidores, e o último post publicado é de 28 de Fevereiro, e apenas tem, 9 gostos, e nenhum comentário.

 

Ainda com dúvidas? Clica nos links em baixo para aprenderes mais!

 

WORKSHOP DE FACEBOOK PARA MARCAS 

WORKSHOP DE INSTAGRAM PARA MARCAS