A Ana é uma profissional dedicada, e traz consigo um conhecimento profundo na área da Geologia, apesar dos desafios que enfrentou – entre Geografias e Geologias até à pandemia da COVID-19 – encontrou uma oportunidade como freelancer, dando apoio em projetos relacionados a áreas protegidas e turismo sustentável.

Além disso, a sua atitude positiva e a boa-disposição, criam um ambiente acolhedor onde todos se sentem bem.😊

Para saberes tudo sobre o percurso da Ana, continua a ler 👇

Conta-nos a tua história. Um pouco do teu percurso antes do Factory Braga – Quais eram os teus objetivos e o que pretendias alcançar na tua vida profissional?

Texto extraído de um antigo blogue meu, que dá uma ideia do meu percurso escolar/académico – aviso já que está extenso.😅

Estaríamos no ano de 2003, quando o formigueiro pelas ciências da natureza começou a fazer uma certa comichão! A comichão era tanto mais intensa, quando a palavra vulcão vinha à baila. Não só devorava literatura sobre vulcanologia, como via tudo que era filme ou documentário que metia vulcões!

A imponência de tal estrutura geológica e a sua beleza deixavam-me fascinada! O barulho, a cor, os cheiros, o mistério, tudo se foi entranhando em mim pouco a pouco.

Até que cheguei ao meu 9.º ano e tive de decidir qual o melhor caminho a tomar… Contudo, como mente confusa que é a de uma menina de 14 aninhos, a escola proporcionava o acompanhamento por parte de uma psicóloga. Ora a minha escolha estava feita, eu gostava de vulcões, portanto vamos em frente com vulcões! Apenas precisava de saber qual o curso que deveria seguir.

РVista do futuro local de trabalho da Ana, na ilha do Pico, A̤ores.

No entanto, a psicóloga que me orientou entra no grupo (que tão bem conheço) das pessoas que desconhece a palavra Geologia, confundindo-a na maior parte das vezes com uma outra – a Geografia! Ora, como muitos de vós devem saber, a Geografia, insere-se na área das humanidades, ao contrário da Geologia que se insere na área do científico/natural.

Confuso

Portanto, já conseguem imaginar o que aconteceu… fui induzida em erro na área que deveria seguir! Conclusão: Foram necessários apenas alguns dias em humanidades para perceber que eu não queria história, mas biologia e geologia, que não queria geografia mas físico-química…

Cerca de um mês depois consegui mudar para o tão desejado curso de científico/natural! A paixão pelos vulcões manteve-se durante todo o primeiro ano, até que comecei a repensar a minha futura atividade profissional de forma mais racional, colocando de parte a geologia.👋

Depois de muitas voltas, o formigueiro voltou a atacar, acabei por fazer o curso de Biologia-Geologia, e posteriormente optei pelo mestrado em Património Geológico e Geoconservação. 

Continuando a história:

Depois de um ano incrível na ilha de S. Miguel, a escrever a minha tese de mestrado, era altura de fazer as malas e voar para a ilha do Pico, lá estagiei para o projeto Geoparque Açores, o sonho da Geologia continuava e do meu local de trabalho tinha como paisagem só a montanha mais alta de Portugal e como não bastasse, era um vulcão! Mas um estágio que era para ser de um ano, foi encurtado pela proposta de voltar ao continente – uma proposta aliciante. Desta vez rumava a Trás-os-Montes, mais propriamente a Macedo de Cavaleiros, onde desempenhei então funções de geóloga durante 3 anos para o Geopark Terras de Cavaleiros – um projeto que ainda hoje deixa saudades. 😔

–  Campo Geopark Terras de Cavaleiros.

Mas o bichinho de voltar a “mudar” voltou a atacar, e seguiu-se um período no estrangeiro, em que a atividade profissional, desta vez, por necessidade afastou-se da geologia. Foi então, que o desejo de retomar a minha área de formação e voltar a Portugal fez-me voltar os olhos para o mercado de trabalho por cá. Alguns meses depois surgiu a possibilidade de trabalhar para uma empresa de consultadoria que prestava serviços relacionados com áreas protegidas e classificadas, e com turismo sustentável – era a oportunidade que aguardava e decidi agarrar.🤩

No entanto, a volta a Portugal coincidiu com a aparecimento da Pandemia da COVID-19!😷 Valeu-nos alguns contratos assinados de antemão o que nos permitiu seguir, mas a microempresa que na altura albergava cinco pessoas ficou reduzida a duas durante grande parte do período pandémico. Este período revelou-se desafiante e fechar contratos tornou-se mais difícil, pelo que a empresa decidiu em 2022 encerrar atividade.

Foi então, que umas das empresas para a qual prestávamos serviços propôs que um dos contratos que detínhamos continuasse a ser prestado por mim como freelancer. Assim se iniciava a aventura do freelancing! 🙌😝

Quando e porque é que sentiste necessidade de investir numa formação?

No ano passado, mais ou menos, por esta altura decidi inscrever-me no curso de Como ser freelancer com a Sofia Rocha, pois necessitava de adquirir conhecimentos práticos e consolidar a informação que andava a recolher em diferentes fontes sobre este mundo em que estava a entrar.

 

O que achaste do curso de maneira geral, conseguiu preencher algumas das lacunas que tinhas?

Inicialmente foi a parte burocrática e organização financeira que me atraiu no curso. Mas, a verdade é que o curso abrangia uma série de temáticas que, por vezes, nem estamos tão conscientes serem fundamentais para um trabalhador independente, e que no decurso do mesmo se revelaram muito úteis – A aula sobre gestão do tempo foi uma dessas temáticas! 🤩

 

Sentes que te tornou melhor enquanto profissional?

Sim, sem dúvida, permitiu-me tomar outra consciência sobre o mundo do freelancing, e estar mais consciente para aquilo que implicava. nomeadamente, os riscos de enveredar por este caminho.

Conseguiste alcançar algum objetivo através do nosso curso? Quer seja coragem para te candidatares a uma vaga de emprego ou lançar o teu negócio a outro nível. Conta-nos tudo!

O objetivo era mesmo incorporar em mim este novo papel de trabalhadora independente, dando resposta às perguntas: O que é ser freelancer? Quais são os passos a dar? Como me organizo? Como defino valores? Ou como lido com clientes? Estas e outras perguntas ansiavam por respostas. A Sofia com o curso detalhado que organizou, e com a sua clareza para abordar a temática do freelancing, foi a chave para apaziguar uma mente cheia de questões e dúvidas.🙌

 

Por fim, depois da tua experiência, qual é a dica que dás a todos os que se sentem um pouco perdidos e em busca de formação?

As formações para além de nos permitir esclarecer dúvidas em tempo útil, fazem-nos poupar tempo – são sempre a forma de nos instruirmos de forma mais rápida e eficiente. Se chegávamos lá? Sim, chegávamos, mas por que não escolher o caminho com mais sinalização? 😊

 

Se queres “chegar lá” e fazer crescer o teu conhecimento connosco, fica atento à nossa agenda! Tens muitas novidades a chegar! 🙌
Se entretanto surgir alguma dúvida que queiras ver esclarecida sobre as nossas formações, podes sempre enviar-nos e-mail para 📩 academy@factorybraga.com

Haverá melhor maneira de Fazer Crescer a tua Carreira e os teus Conhecimentos?