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Formadora Tânia Dias

Tânia Dias

Academy Manager

Sobre Mim

Desde os primeiros dias como escuteira, a Tânia embarcou numa jornada onde a paixão pela natureza e o desejo por desafios moldaram o seu percurso. A curiosidade e a fome de conhecimento sempre estiveram presentes. Considerando-se uma autodidata em diversas áreas, acredita que o estar atualizada nos diversos temas da sociedade a ajudam profissionalmente.

Praticou badminton, futsal e futebol profissional, o que trouxe não apenas aptidão física, mas também uma mentalidade de trabalho em equipa. Esta mentalidade foi refinada ao longo dos anos, especialmente no seu papel atual como Chefe de uma secção de Caminheiros nos escuteiros, onde lidera e inspira jovens dos 18 aos 22 anos.

Antes da aventura na Família Laranja, esteve à frente de uma empresa de Franchising, onde aprendeu e conheceu melhor a área do Marketing. Como eram apenas duas a fazer toda a gestão, comunicação e divulgação da marca, acabou por ganhar um gostinho por esta área.
Acredita que o desafio foi superado! Atualmente, como Academy Manager no Factory Braga, desempenha um papel crucial em toda a gestão da formação. Além disso, ainda é fundadora de uma marca de frutos secos.

O emocionante mundo do copywriting e storytelling

O emocionante artigo sobre Copywriting e o Storytelling 🤩

Sobre Mim

Também concordas que o Copywriting e o Storytelling podem ser mais complicados do que aquilo que aparentam?

São emocionantes. Isso sim.

Quer dizer.. são, se forem bem utilizados.

Fazer publicidade, parece quase um filme da saga missão impossível. Não basta vender o produto, temos de o vender juntamente com uma boa história, de forma subtil, e transformar todo o processo numa experiência.

Vamos colocar em cima da mesa a seguinte situação: tentar fazer marketing sem parecer que estamos a fazer marketing. É difícil, não é? Para tornar este blogue mais dinâmico, vou envolver-te nele, ao criar uma narrativa onde tu és a personagem principal.

É um dia de verão, estás de férias, e decides abraçar o teu lado mais aventureiro. Na tua cabeça, algures num dia monótono, surge uma ideia. Sem rumo, lanças-te ao desconhecido e fazes as malas para uma viagem de mochilas às costas. O teu transporte vai ser a bondade e a confiança das outras pessoas.

Estás na berma da estrada, esticas o braço com aquele sinal: “👍” para os carros pararem e aguardas pelo milagre. Mas o resultado não é o esperado. Todos passam. Alguns abrandam. Mas ninguém para.

E tu pensas: “Não vai resultar, vou meter a viola ao saco, porque ninguém vai parar.”

Assim como com a venda de produtos, tens de acrescentar um copy à tua estratégia. Mas não é um copy qualquer. Pensa para além da tua posição. O que pensam os consumidores (e no caso desta história, o que pensam as pessoas que te veem na estrada a pedir boleia?). Agarra-te ao que tens e explica as potenciais dúvidas deles.

Tendo em conta a nossa história, arranjei esta imagem, como apoio, para exemplificar melhor. Nela podemos ler: “Traveling on trust” – que significa “Viajar na base da confiança” – este é o copy perfeito porque explica muita coisa, com pouco.

Copywriting

 

De forma direta, conta que estás a viajar, o que explica a indumentária volumosa que trazes contigo. Logo, não estás perdido, nem confuso. E mais importante, estás a ser verdadeiro. Por outro lado, de forma indireta, mostra que só vais viajar na base da bondade dos outros — o que é considerado um ato de coragem nos dias de hoje. Tens completamente exposto o teu lado mais sensível, mais humano. E as tuas boas intenções. Tu confias na pessoa que parar, da mesma forma que ela terá de fazê-lo para te receber durante a sua viagem. 😊

Lembro-me muitas vezes da frase de Tom Fishburne e aqui encaixa mesmo bem: “O melhor marketing é aquele que não parece marketing”. É exatamente isso que acontece aqui. O primeiro pensamento já não é: “Precisa de boleia”, mas sim “quer viajar comigo e confia em mim para fazê-lo”.

Na correria do dia a dia, conseguir que o nosso marketing passe despercebido pode ser mais complicado do que parece. E é aí que está o desafio. Muitos profissionais têm como principais aliados o Copywriting e o Storytelling. Usa e abusa deles!

“Mas eu não sei muito bem o que isso é”. É normal não teres ainda uma linha de raciocínio clara. Se tens questões, não te preocupes, nós explicamos.

Quais são as diferenças entre o Copywriting e o Storytelling?

Copywriting é a técnica (há até quem diga que é a arte) de escrever de forma a atrair e conquistar o público. Assim como a mensagem que trazias contigo, na esperança de conquistar alguém a parar e dar-te boleia.

Aquilo que pretendes, com um bom copy, é que os consumidores se sintam convencidos de que querem realizar ações planeadas por ti (que é como quem diz: pela empresa).

Dos posts do instagram até às rádios, o copy — como é chamado o texto que acompanha as publicidades — tem sido usado há décadas para criar anúncios mais apelativos no Marketing. A técnica em si de persuasão é chamada de copywriting.

Enquanto que o Storytelling consiste na árdua tarefa de contar uma história.

“E porque razão tem de ser essa tarefa árdua?”

Porque não basta ser uma história — com introdução, desenvolvimento e conclusão —  tem de envolver. Tocar bem lá no fundo da alma. Fazer a consciência, de quem vê, rodopiar.

Copywritting e o Storytelling

Na altura do Natal, por exemplo, em praticamente todo o mundo, empresas e agências de publicidade e marketing usam esta técnica de Storytelling para criar campanhas e anúncios que criam conexões para lá do produto/serviço.

Isso, meus caros e minhas caras, é o segredo!

Estão a vender uma experiência (e colocar em prática o Marketing que não parece Marketing), porque na realidade estão a passar uma mensagem numa narrativa que nos é (muitas vezes) familiar. O que acontece? A história conecta-se connosco, muitas vezes refletindo as nossas próprias inseguranças. Ou vivências.

Que tal começares por aí? Coloca-te no lugar dos consumidores! O que procuram? O que potencialmente gostam e porquê? Que dificuldades enfrentam?

Procura responder a este tipo de perguntas e vais ver que o teu Storytelling terá impacto.

É fundamental observar os “porquê’s”, para depois, pimba:

Copywritting e o Storytelling

Surge um copy e storytelling certeiros! O consumidor nem sabe de onde veio, mas foi atingido. 😂

Agora que te explicamos a diferença entre os dois conceitos, vamos avançar para o próximo tema deste artigo, onde procuramos ajudar-te a encontrar a melhor maneira para vender experiências em vez de produtos.

Como a técnica Copywriting e Storytelling vende experiências?

Enquanto clientes,  gostámos quando uma marca nos faz sentir especiais.

Clientes – que são pessoas – procuram sentir uma conexão emocional. Afinal de contas, é isso que verdadeiramente importa, somos todos humanos. 😊

Pensa fora da caixa, com autenticidade, e dá aos teus clientes uma experiência que — entre eles e a marca — seja extraordinária.

É preciso uma experiência assim, porque vivemos numa era onde a publicidade é tanta, que os consumidores estão cada vez mais saturados. Arrisco até a dizer que estão “programados” para ignorar TUDO (mas mesmo tudo) em relação à mesma. Porque o marketing deixou de ser real e deu lugar a uma perfeição que já cansa.

Pensa no seguinte cenário: se errar é humano, e se as marcas devem humanizar ao máximo os seus conteúdos, porque é que os erros em campanhas são tão condenáveis?

Como dizia Albert Einstein “O único homem que está isento de erros, é aquele que não arrisca acertar”. Tens de te mentalizar que, ao escreveres, podes errar.

Aproveita os teus erros porque eles fazem parte do teu percurso.

 

Com este artigo espero que tenhas entendido um pouco mais sobre este universo que é o Copywriting e o Storytelling.

Espero que o marketing continue a evoluir. Para que dessa forma, o Factory Braga possa continuar a ensinar.

Se tu precisas de adquirir mais conhecimento sobre o Copywriting e o Storytelling procura um curso que te deixe ainda confortável na tua caminhada. Com ferramentas para conseguir aniquilar os obstáculos que possam aparecer. (Ou então, para que consigas uma boleia 😋).

A tua viagem pode começar no dia 28 de maio, no curso Copywriting e Storytelling do Factory Braga, rumo às técnicas secretas para criar mensagens irresistíveis que cativam a atenção do público-alvo e impulsionam as vendas.

Queremos ver o teu nome na próxima turma, a criar marketing que não parece marketing. Acredita que com a nossa academia vais perceber que devias ter feito o curso à mais tempo.

Sabes porquê?

Não é só um curso, é uma experiência! 🥳

 

 

 

Cara ou Coroa? As Várias Faces do Google Analytics

Sobre Mim

Hoje, vamos falar de uma ferramenta tão essencial quanto um bom pequeno almoço: o Google Analytics. Sim, aquela ferramenta que nos faz pensar:

– “Como era possível viver sem?”. Tem tudo de bom. É gratuito, maximiza e potencia o trabalho, é uma das muitas maravilhas da Google.

Muito se diz por essa internet fora sobre o Google Analytics. Tal como explicar quem o usa, para que serve, quais as principais dicas, entre muitas outras coisas. Mas ninguém é capaz de dizer a verdade. Aquilo que realmente importa. TAN TAN TAN, que esta ferramenta tem muito que se lhe diga.

O Google Analytics é uma ferramenta que pode ter várias caras

Quando dizemos esta afirmação, na verdade, é porque tudo depende de quem o está a ver/ usar.

Quem não tem formação na área, das duas uma: ou fica apavorado com a ferramenta, porque acha tudo muito confuso e complicado. Ou pensa: “eu preciso de aprender mais, esta ferramenta vai dar-me muito jeito!”.

Na segunda opção surge a vontade de saber mais sobre a análise de gestão de tráfego e sobre a Profissão de Gestão de Trafego Pago.  Ainda bem que o Factory Braga está sempre em cima do acontecimento (quem és tu CMtv? 😂) e pensou exatamente nesse prisma.

Assim nasceu um novo Curso Profissão: Gestão de Tráfego Pago. Uma formação que aborda todo o teu processo de transformação numa pessoa profissional e competente, na área de Gestão de Trafego Pago.

Agora tu decides se te vais manter no leque de pessoas que olha para o Google Analytics como mais uma ferramenta, sem grande importância. Ou se vais olhar para ele com olhos de lince, transformando-te no próximo tópico deste artigo:

…aos olhos dos profissionais de Gestão de Tráfego

Para estes profissionais, cujo principal objetivo é melhorar as movimentações de um site ou uma página específica, o Google Analytics é essencial. Sem ele, seria bem mais complicado. Não seria impossível, mas para estudar com mais rigor o tráfego pago ou orgânico, têm no Google Analytics uma grande ajuda.

Na maior parte do tempo, profissionais desta área usam a ferramenta para:

  • Analisar fontes de tráfego para entender de onde vêm as leads (por exemplo, pesquisa orgânica, redes sociais, referências diretas);
  • Monitorizar comportamentos do utilizador, como páginas visitadas, tempo no site e taxas de rejeição, para avaliar a qualidade do tráfego;
  • Acompanhar conversões ou ações específicas realizadas no site, ajudando a medir o retorno sobre investimento (ROI) das campanhas;
  • Testar a eficácia de diferentes landing pages ou elementos do site no que toca a conversões.

Apesar de conseguirem fazer isto e muito mais, olham para ela de outra forma:

… aos olhos dos recém licenciados

Estudantes, esses sim, ficam apavorados quando olham para o Google Analytics. Porque são os que mais sofrem com a falta de ferramentas para conseguirem ter algum destaque na procura por trabalho, mas por outro lado, são os que sentem mais “pressão” porque já tiveram tempo e acesso a aprendizagem, é suposto saberem para o que vão.

Spoiler… não sabem. Ao chegarem ao mundo real, ficam completamente chocados com a “nova realidade”. Isto porque, todos os que já passaram pelo processo de (finalmente) terminar um curso, sair da universidade e entrar no mercado de trabalho, sabem que aquilo que se aprende e aquilo que realmente se faz é muito diferente e, claro, varia de empresa para empresa.

Da mesma forma que, às vezes, é preciso tirar o som do rádio para ver melhor quando estamos à procura de estacionamento. Da teoria à prática, também é preciso tirar os óculos para se poder ver melhor.

Como somos uma academia espetacular, zelamos pelo bem estar dos estudantes queridos que nos chegam. Como por exemplo, os estudantes do GACCUM, o objetivo é sempre melhorar significativamente a visão de cada um 😂.

No que toca à gestão de tráfego, prometemos uma incrível evolução. No entanto, só tu sabes por onde começar, para conseguires aproveitar ao máximo. Por isso, só tens de escolher qual a melhor lente para usares neste momento.

Se o Tráfego pago for um salto demasiado grande e continuas a ver desfocado ou até pior, o nosso conselho é o uso de uns “óculos de realidade virtual” que te vão mostrar o curso de Marketing Digital. Com esses óculos especiais, vais começar a ver o mundo digital de uma forma totalmente nova. Cada clique será focado e mais nítido, cada conversão será mais clara, e vais sentir-te mais confiante para enfrentar o mercado de trabalho. E quem sabe, talvez até te sintas tentado a experimentar o tráfego pago novamente, mas desta vez com uma visão mais evoluída e sólida para te guiar 🤓

…aos olhos de um Social Media Manager

Para os criadores de conteúdo, a análise de dados propriamente dita – tal como se costuma dizer na gíria popular – ficou-se a vestir. 

O importante é registar o conteúdo. Como têm um calendário para planear com eficácia, descobrem utilidade em pequenas coisas, a criatividade não tem limites. Um bom Social Media Manager compreende a importância de partilhar este tipo de conteúdo e aplicá-lo no negócio, é algo que fazemos questão de partilhar com os nossos formandos no Curso Profissão: Social Media Manager. 

Resumidamente, estes profissionais olham para o Google Analytics da mesma forma que olham para praticamente tudo. Qualquer coisa pode ser importante para gerar conteúdo por isso, say cheese Google Analytics 😙✌️

…aos olhos de quem não tem formação na área

Por fim, mas não menos importante, para alguém sem experiência na área como será o Google Analytics? Nem cara nem coroa, o Google Analytics pode parecer muito confuso. Um mundo novo, cheio de gráficos coloridos, números intrigantes e termos técnicos que nos deixam um pouco…assim:

No entanto, cada clique é uma nova descoberta, o importante é não desistir e continuar a explorar. Métrica a métrica. Claro que, com ajuda de profissionais que já conhecem bem a ferramenta, é mais fácil aprender a linguagem secreta dos números, as funcionalidades mais importantes e lentamente decifrar o código para desvendar os segredos do nosso próprio site.

 

O segredo é nunca perder a curiosidade e o entusiasmo (e o Factory Braga é a melhor academia para isso mesmo 😎).

Piramide das necessidades dos colaboradores

Pirâmide de necessidades de um colaborador

Sobre Mim

Todos os colaboradores deveriam ler este artigo para descobrirem se, no seu trabalho, a pirâmide das necessidades está completa.

Portanto, vamos diretos ao assunto: é sabido que na vida existe uma espécie de pirâmide, frequentemente denominada pirâmide das necessidades, que corresponde às nossas “camadas” mais básicas, aquilo que precisamos para alcançar a felicidade.

Apenas conseguimos ser felizes e apresentar bons resultados quando todas as necessidades, da base ao topo da pirâmide, são atendidas. Falando da vida pessoal, segundo Maslow, existem cinco categorias: fisiológicas, segurança, afeto, estima e as de autorrealização.

Piramide das necessidades

No contexto laboral, embora seja menos discutido, os colaboradores também têm a sua própria pirâmide.

Na nossa academia estamos interessados em fazer crescer conhecimento, nas carreiras e também nas empresas.

Com a ajuda da Gallup, descobrimos que existem 12 necessidades básicas dos funcionários que devem ser cumpridas para garantir um melhor desempenho do colaborador no ambiente de trabalho.

As 12 necessidades básicas de um colaborador

A pesquisa baseou-se em aproximadamente 2,7 milhões de colaboradores e mais de 100 mil equipas, demonstrando que estas necessidades são cruciais para promover uma maior produtividade e eficácia no trabalho.

Vamos então descobrir quais são os vários elementos que devem estar presentes na pirâmide de cada um de vocês:

• Expectativas claras

No dia a dia, os colaboradores precisam saber o que se espera deles no trabalho. Quando somos tratados como números, não vemos valor no nosso trabalho. É necessário alinhar as responsabilidades do colaborador com os objetivos da empresa.

• Alinhar com a missão

A missão da empresa deve ser comunicada de forma clara, mostrando como o trabalho dos colaboradores contribui para esse propósito.

• Bons recursos

Quando estamos munidos de bons materiais, e de um ambiente de trabalho com bastantes opções nesse sentido, acabamos por ficar mais motivados. É fundamental que os colaboradores tenham os equipamentos necessários para explorar as suas capacidades e realizar as suas atividades de forma eficaz.

• Reconhecimento

É quase tão importante receber elogios como chamadas de atenção. As pequenas ou grandes conquistas devem ser comemoradas, lembradas e reconhecidas. É um gesto muito simples que, muitas vezes, é o suficiente para mudar a semana de um colaborador.

• Crescimento na carreira

A falta de crescimento na carreira é uma das principais razões para estagnar, para não querer dar o melhor. De uma forma subtil e aos poucos, é muito fácil cair na monotonia de um trabalho com o mesmo ‘modus’ operandi. Por isso, é necessário oferecer oportunidades para os colaboradores subirem na carreira.

• Importância individual

Receber uma avaliação de forma individual pode mudar o desempenho de um colaborador. Reuniões de um para um, fornecem uma oportunidade para discutir questões delicadas e sensíveis de uma forma mais privada. Isso é importante, principalmente quando se trata de um feedback construtivo ou situações que requerem um nível de confidência maior.

• Feedback constante

Uma cultura de feedback construtivo e regular é essencial para o desenvolvimento e o crescimento mútuo.

• Potencializar as habilidades

Saber onde encaixa melhor aquele colaborador e por que razão, pode ser um bicho de muitas cabeças. Para alguns será considerado uma atitude desnecessária, no entanto, tem um impacto significativo. Não devemos colocar um profissional talentoso e com aptidão para x, a fazer y.

Mas em primeiro lugar, concordas que é talento a ser desperdiçado, certo?

Em segundo, gera desânimo e frustração, e ninguém quer isso.
Quando estamos alinhados com os nossos talentos naturais e realizamos aquilo para o qual temos mais jeito, tornamo-nos mais produtivos.

• Oportunidades de aprendizagem

Quanto mais sabemos, mais queremos saber, assim, oferecer formações e a oportunidade de especialização mantém os colaboradores motivados.

• Ser ouvido

Para construir um ambiente de trabalho humano e de igualdade, os líderes devem ouvir regularmente as opiniões dos colaboradores e saber dar o acompanhamento certo.

• Compromisso com a qualidade

A equipa tem de estar comprometida em fazer um bom trabalho, com qualidade, promovendo confiança e respeito mútuo.

• Partilha

Ouvir as experiências e conhecimentos dos outros, sejam colegas, sejam chefes, fortalece o sentimento de pertença na comunidade/empresa e conexão entre os colaboradores.

Atender a estas necessidades resulta num ambiente de trabalho mais produtivo, com colaboradores mais confiantes e satisfeitos. O que leva a melhores resultados empresariais e ao bem-estar geral.

É tudo muito mais difícil quando se fala em implementar medidas concretas. Assim sendo, desenvolvemos um curso na nossa academia que vai ajudar nessa fase inicial. Se clicar aqui vai conhecer o curso Descobre os teus talentos – Desenvolve o teu potencial.

Se surgir alguma dúvida estamos por cá, não hesite em enviar email para ask@factorbraga.com.

 

 

 

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